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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Tutorial-Como instalar o endereço do servidor proxy em seu navegador.

Como configurar o servidor proxy

Antes de iniciar vamos entender o que é proxy:
Proxy é um serviço que acelera a navegação de paginas da internet.
Sua função é armazenar as paginas mais acessada pelos usuários, para assim
disponibilizá-las de forma mais rápida. Alem de garantir a segurança do sistema
impedindo o acesso a sites impróprios.
O IQSC possui um servidor Proxy de numero 10.0.0.10 na porta 80. Este serviço tem
que ser configurado em navegadores, programas de acesso a e-mails, entre outros.

Usaremos para este tutorial o navegador padrão do Windows que é o INTERNET EXPLORER, e o MOZILA FIREFOX que é utilizado por muitas pessoas.



Como configurar o servidor proxy no internet explorer?!


Clique no menu ferramenta a opção “ Opções de Internet ”.


Será aberta uma janela,logo após clique na aba “ Conexão ”e logo após  no botão “Configurações da LAN”. 

Após abrirá uma janela ...
faça os seguintes passos:
1. Habilite a caixa de “ Usar um servidor proxy.....”
2. Em endereço insira 10.0.0.10 e 80 no campo de porta.
3. Clicar em ok e na outra janela em ok novamente. 

Lembrete:Caso você queira retornar a configuração original, basta desabilitar a caixa “ Usar um
servidor proxy.....”

Como configurar um servidor Proxy no Firefox?!
Clique em Ferramentas -> Opções


Na janela de Opções, clicar no ícone de avançado e na aba rede...

Clique agora em Configurações e configure a janela com os seguintes passos...
1. Habilite a caixa de “Configuração manual de proxy”
2. Em endereço insira 10.0.0.10 e 80 no campo de porta
3. Ative a caixa “ Usar este Proxy para todos os protocolos”
4. Clicar em ok e na outra janela em ok novamente.



Agora está tudo prontinho!!!
Lembrete: Para retornar a configuração anterior basta  selecionar a caixa “Conectar-se
Diretamente”.
 Raylan.





Como Configurar o Servidor de Impressão usando Impressão TCP/IP no Windows XP


O Serviço LPR (impressora de linha remota) é um protocolo de impressão que utiliza os protocolos TCP/IP para estabelecer conexões entre impressoras e estações de trabalho em uma rede. Para configurar os protocolos TCP/IP no Windows XP, será necessário realizar três etapas:
  • Interconectar os Dispositivos
  • Atribuir um IP Estático ao Servidor de Impressão
  • Configurar a Impressão TCP/IP (Configuração de LPR) no Windows XP
Como Interconectar os Dispositivos
Antes de configurar o Servidor de Impressão para funcionar na sua rede, a primeira coisa a fazer é conectar o computador e o Servidor de Impressão ao roteador. Para obter instruções, clique aqui.
Como Atribuir um IP Estático ao Servidor de Impressão
Atribuir um IP estático ao Servidor de Impressão permite que o Servidor de Impressão utilize sempre o mesmo endereço IP.  Para obter instruções, clique aqui.
Como Configurar a Impressão TCP/IP (Configuração de LPR) no Windows XP
OBS.: Certifique-se de que os drivers de impressão estejam instalados em todos os PC's a serem conectados ao Servidor de Impressão.
Etapa 1:


Clique Iniciar e vá para Impressoras e aparelhos de fax. Em seguida, clique Adicionar uma impressora





















Etapa 2:

Quando o
 Assistente para adicionar impressora aparecer, clique Avançar


















Etapa 3:


Selecione Impressora local conectada neste computador, desmarque Detectar e instalar automaticamente a impressora Plug and Play e em seguida, clique Avançar.



























Etapa 4:

Selecione Criar uma nova porta. Sob Tipo de porta, selecione Porta TCP/IP padrão e em seguida clique Avançar


Etapa 5:

Quando o Assistente para adicionar porta TCP/IP padrão aparecer, clique Avançar.


Etapa 6:

Sob Nome da impressora ou Endereço IP, digite o endereço IP do Servidor de Impressão e em seguida clique Avançar.

OBS.: Neste exemplo, 192.168.1.78 foi utilizado como o endereço IP do Servidor de Impressão.
















Etapa 7:

Selecione Personalizada e em seguida clique Configurações.

























Etapa 8:

Sob Protocolo, selecione LPR.

Etapa 9:

Clique OK e em seguida, Avançar e Finalizar.

Etapa 10:

Instale o driver da impressora selecionando o fabricante e modelo correspondentes de sua impressora.

OBS.: Consulte o manual e documentação de sua impressora para obter instruções.
Etapa 11:

Selecione Não compartilhar esta impressora e em seguida clique Avançar.
















Etapa 12:

Imprima uma página de teste e clique Finalizar. 

Etapa 13:

Repita as etapas de 1 a 13 em todos os computadores a serem conectados ao Servidor de Impressão.



 Fonte:http://kb.linksys.com/Linksys/GetArticle.aspx?docid=4cf15210d5d040c8af880d1c80c0065f_6293.xml&pid=92&converted=0
Como criar um servidor de arquivos doméstico

Além de ser fácil, criar um servidor de arquivos doméstico é bastante barato, visto que você pode usar peças de PCs antigos que você não utilize mais, ou comprá-las em lojas de artigos usados. Além de armazenar de forma mais segura e privada os seus dados, você também pode usar seu servidor para hospedar sites, eliminando assim, o gasto para manter seu host.


1- Hardware

Basicamente, você vai precisar de:
1-      Uma placa-mãe
2-      Um processador de, no mínimo 2 GHz (Como Intel Celeron, que está na faixa de R$100, ou similar) ou superior;
3-      Um pente de, no mínimo, 512 MB de memória RAM, que pode ser encontrado em lojas por uma média de R$80;
Um disco rígido, com a quantidade de memória de acordo com suas necessidades. Um bom disco rígido de 500GB custa, em média, R$150.


2- Instalação do sistema operacional

Para o funcionamento correto do seu servidor, é necessária a instalação do sistema operacional Linux. É recomendado que opte pela versão Ubuntu, pois ela é completamente gratuita e razoavelmente leve, não ocupando muito espaço em seu disco rígido. Nesse tutorial, usaremos o Ubuntu 12.04, um dos mais populares para descrever as ações que você fará. Instalamos o SO em português.


3- Limpando o sistema operacional

Qualquer Linux vem repleto de softwares adicionais que devem ser desinstalados antes que você prossiga. Utilize o Synaptic (gerenciador de pacotes também incluso nas distribuições) para desinstalar programas como Abi Word, Open Office/Libre Office, Thunderbird, Gaim, GIMP, Firefox, Rhythmbox etc.
Em seguida, cheque se o sistema operacional não possui atualizações disponíveis. Se houver, baixe e instale todas por questões de segurança, garantindo a estabilidade do seu servidor. Por fim, desative o bloqueio de tela através do menu Configurações do sistema > Brilho e bloqueio.


4- Configurando o compartilhamento de arquivos

Antes de tudo, instale o Samba, o programa que fará seu computador atuar como servidor e permitir o compartilhamento de arquivos em rede. Você pode consegui-lo através do próprio Synaptic (pesquisando novas aplicações e marcando-o para instalação) ou pela Central de Programas do Ubuntu
Abra o terminal (Painel de controle > Terminal ou hotkey Ctrl+Alt+T) e digite sudo su para entrar no modo root. Será necessário reinserir a sua senha. Entre no diretório de instalação do Samba digitando cd /etc/samba. Escreva nano smb.conf e aperte Enter para iniciar o processo de configuração.
Apague todo o texto do documento (segure as teclas Ctrl+K até deletar tudo) e cole/digite o texto que pode ser encontrado neste link (substituindo “Name” e “Server Name” com o nome de usuário e nome da máquina). Salve o documento (Ctrl+O) e feche-o (Ctrl+X). É necessário especificar uma senha para acessar o Samba; para isto, digite o comando sudo smbpasswd -a. Por fim, reinicie os processos do programa, escrevendo sudo restart smbd e sudo restart nmbd.






5- Adicionando capacidade FTP

Abra o terminal outra vez (novamente: Painel de controle > Terminal ou hotkey Ctrl+Alt+T) e ganhe acesso root de novo (digitando sudo su e inserindo sua senha do SO). Escreva o comando sudo apt-get install proftpd para instalar o software ProFTPD. Quando você for questionado sobre o tipo de servidor que deseja configurar, escolha a opção “Standalone”.
Mude para o diretório de instalação com a mensagem cd /etc/proftpd/. Configure-o digitando o comando sudo nano /etc/proftpd/proftpd.conf. Substitua todo o conteúdo do arquivo que se abre pelo código que pode ser encontrado neste link.
Salve as configurações (Ctrl+O e em seguida Ctrl+X) e reinicie o servidor, inserindo o comando /etc/init.d/proftpd restart.

6- Configure o acesso Shell (SSH)

Ainda no terminal e em modo root, instale o OpenSSH (apt-get install openssh-server) e o VNC Server (sudo apt-get install vnc4server). Configure uma senha para este último aplicativo (digite vncpasswd e insira duas vezes uma senha de 6 caracteres). Crie um comando de login personalizado digitando sudo nano /usr/local/bin/sharex11vnc. Um novo arquivo será aberto e você deve colar/digitar o seguinte conteúdo dentro dele:
#!/bin/sh
x11vnc -nap -bg -many -rfbauth ~/.vnc/passwd -desktop "VNC ${USER}@${HOSTNAME}" \
|grep -Eo "[0-9]{4}">~/.vnc/port
Calma, ainda não acabou! Defina os direitos do usuário através do comando sudo chmod 755 /usr/local/bin/sharex11vnc. Feche o terminal e permita que o script do VNC Server recém-criado seja iniciado junto ao Linux: percorra o caminho Painel de Controle > Aplicativos de Sessão e clique no botão “Adicionar”. Escreva sharex11vnc nos dois primeiros campos da janela que se abre e dê um “Ok”.
Por fim, ative o login automático de sua conta no Ubuntu (percorrendo o caminho Aplicações > Configurações > Contas de Usuário e marcando a caixa de seleção “Iniciar sessão automaticamente”).


Finalmente, seu servidor está pronto, com todos os softwares configurados e login automático ativado. Retire todos os componentes inúteis da máquina, como mouse, teclado, monitor e até mesmo o leitor/gravador de CD e DVD e plugue o cabo de internet. Não é recomendado utilizar conexão WiFi.
Para se conectar ao seu servidor, você pode usar diversos programas como o PuTTy ou o FileZilla. Na maioria das vezes, tudo o que você precisa fazer é definir o endereço IP do servidor (você deve conferir essa informação antes a partir do PC com Linux), informar a porta (5900) e o destino (localhost:5900).
Lembre-se também de que você pode instalar complementos à vontade de acordo com sua necessidade, como TorrentFlux, Apache, MySQL e phpMyAdmin


















quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Vídeo aula da forma correta  para a montagem e desmontagem do seu microcomputador.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

COMO FAZER “CLEAR CMOS"





Primeiro vamos entender como funciona o CMOS...

O CMOS (semicondutor complementar de óxido metálico) se refere a um chip de memória, a bateria no computador que armazena informações sobre a inicialização. O sistema BIOS do computador usa essas informações ao inicializar o computador.


Quando você liga o seu micro aparece uma tela preta com um monte de letras e passa direto (isso é o teste de memória).
Quando um PC tem senha no sistema, a pessoa liga o micro e logo neste a mesma tela preta aparece com uma lacuna para poder colocar a senha.

Não confundam esta senha do sistema com aquela senha que aparece do Windows XP quando você vai fazer LOGIN nele (em alguns Windows XP).

Muita gente se esquece da senha de inicialização do sistema e depois fica desesperado para entrar no sistema mais a senha o impede.

Agora vamos mostrar como se retira essa senha...

Siga os passos abaixo:

1) Desligue o micro;
2) Abra o computador (não é para ligar o computador, é para abrí-lo com as ferramentas necessárias);
3) Procure o Jumper do CMOS (Fica ao lado da bateria);
4) Troque a posição do Jumper por 30 segundos e depois coloque-o na posição normal (se passar de 30 segundos não tem problema);
5) Ligue o Micro e espere aparecer o erro da CMOS;
6) Após aparecer o erro entre no SETUP e recupere os dados perdidos.


E se o meu computador não tiver esse Jumper?

Se por acaso, a sua PLACA-MÃE não possuir este Jumper você pode fazer o mesmo procedimento com a bateria da sua PLACA-MÃE, o resultado é o mesmo!

Problemas relacionados ao CMOS
Quando o PC mostra telas de erro relacionadas ao CMOS fique atento, isso pode ser um problema
com a bateria. As mensagens de erros relacionadas ao CMOS podem ser causadas por uma bateria
descarregada ou defeituosa. A bateria poderá descarregar caso o computador fique desligado
durante muito tempo.




Lembrando que para entrar no SETUP você deve apertar DEL logo ao iniciar o PC. (Fique apertando repetidamente até que entre).

INTERPRETAÇÃO DE MANUAL DA PLACA-MÃE

     A PLACA MÃE

A forma como os slots, conectores e chipsets estão distribuídos variam de acordo com o fabricante e o modelo da placa, mas os componentes principais são os mesmos em todas elas. Na foto abaixo você pode visualizar uma placa-mãe. Nela estão destacadas as principais características que a compõe, e esses pontos serão explicados a seguir.
Existem vários modelos de placas no mercado, cada qual com suas diferenças e peculiaridades. Por isso, pegamos como exemplo a placa - mãe ASUS P5Q-C meramente para ilustração, pois ela é híbrida em relação à memória (tem DDR3 e DDR2).
Atualmente as placas mãe vêm apresentando cada vez mais diferenciais.
Algumas placas, como esta, possuem suporte tanto para DDR2 quanto para DDR3, o que é muito interessante, pois caso mais tarde você deseje fazer um upgrade de memória não será necessário trocar de placa - mãe, e com o constante avanço da tecnologia é sempre bom adquirirmos produtos que possuam maior autonomia.



SOQUETE
                           onde é encaixado o processador, e de acordo com a quantidade de pinos para encaixe que ele possui é que definimos qual é o       
     Os principais modelos de soquete usados hoje são o soquete 775 da Intel, o qual serve para            modelos Core 2 Duo, Pentium 4, Pentium D e Celeron D, e o soquete AM2/AM2+ da AMD,          que   é o soquete utilizados pelos processadores Phenom, Athlon 64 e Sempron.

CHIPSET

Outro componente de grande importância nas placas - mãe é o Chipset. É ele quem controla os barramentos, acesso à memória, dentre outros. Hoje em dia, ele é divido em dois (na maioria das vezes), que são a Ponte Norte (North Bridge) – que controla a memória, barramento de vídeo (slot AGP ou slot PCIExpress), e transfere dados com a Ponte Norte – e a Ponte Sul (South Bridge) – que controla componentes, periféricos, tais como HDs, portas USB, barramentos PCI, dispositivos de som e rede,
O Chipset é também uma espécie de delimitador de capacidade nas placas-mãe. É ele quem vai definir qual a quantidade e tipo de memória suportada (confira aqui quais são os tipos de memória existentes), quantos e quais tipos de HDs serão suportados (por exemplo, HDs SATA), qual a velocidade máxima que o processador que será ligado à placa - mãe poderá ter, dentre outros.

COMPONENTES ONBOARD
Além de definir tudo o que foi citado acima, o Chipset também especifica quais componentes onboard farão parte da placa - mãe. Componentes onboard nada mais são, que dispositivos que vêm junto com a placa - mãe – na maioria das vezes composto som, rede, e vídeo (este último nem sempre está presente) – para que você não precise comprar placas separadas para poder ter as funcionalidades que eles possuem, barateando assim o custo do seu computador. 

 SLOTS


 Memórias
Os slots de memória variam de acordo com o tipo de memória suportado.
Por exemplo, uma memória do tipo DDR2 não encaixa em um slot para memórias DDR3, e vice-versa. Confira aqui qual a diferença entre os modelos de memória.
Os slots usados para a conexão entre a placa - mãe e HDs/drivers de CD/DVD são os famosos IDE e SATA/SATA2.
Atualmente, o mais rápido e que está sendo cada vezmais usado no mercado é o slot SATA2. Em relação aos SATAs “normais”, ele é duas vezes mais rápido, uma vez que a taxa de transferência de dados do SATA é de 150MB/s e do SATA2 é de 300MB/s.
Conexão com hd/drivers ópticosÉ possível ligar dispositivos feitos para SATA 2 em entradas SATAs "normais", porém o dispositivo não irá funcionar com toda a velocidade que poderia funcionar se conectado no slot correto.
      Slots de Expansão
Os slots de expansão servem para que seja possível adicionar recursos à sua placa - mãe. Neles você conecta placas de rede, placa de som, modems, placa de captura, etc. Os mais usados atualmente são os slots PCI (Peripheral Component Interconnect), PCI-Express 1x, PCI-Express e AGP (os dois últimos servem apenas para placa de vídeo. Veja mais detalhes logo abaixo).

 Placas de Vídeo
Os conectores de vídeo mais atuais são o PCI Express, PCI Express 2,0 e o AGP (este último já se encontra - se praticamente fora do mercado, mas ainda é muito utilizado). Assim como frisamos para os slots de memória, para estes slots também é impossível conectar uma placa que possua slot AGP em uma que possua slot PCI Express. Entretanto, é possível conectar placas PCI Express 2.0 em slots PCI Express, porém, haverá redução de desempenho.
Outro item relevante é a possibilidade de ligar duas ou mais placas de vídeo no mesmo computador. Algumas placas - mãe possuem mais de um slot PCI Express ou PCI Express 2.0 e permitem que você conecte as placas para assim conseguir um desempenho superior. Para as placas Nvidia, a tecnologia chama-se SLI, e para as placas ATI, Crossfire.




CONECTORES DE ALIMENTAÇÃO
O conector de alimentação é o local onde você deve conectar a fonte (a qual distribui energia elétrica à placa e todos os demais componentes) à placa- mãe. Existem dois modelos padrão: os AT e os ATX. O primeiro é mais antigo, e praticamente já está fora de linha.
O segundo é o mais atual, e é o mais usado. Há também conectores auxiliares que servem para suprir a demanda de energia do processador, fazendo com que haja maior estabilidade no funcionamento. Vale lembrar que a fonte é um item de extrema importância para o bom funcionamento do computador.
                         


    BIOS E BATERIA
   Muitas pessoas não sabem, mas o computador faz uso de uma bateria. Essa bateria é responsável    por manter o chip do BIOS (Basic Input/Output System) configurado (o que também significa        manter as informações da data e hora do sistema), o qual é responsável pelo controle básico do      hardware.
   É no BIOS que se localiza o software do Setup, local onde você configura os dispositivos da          placa - mãe. Lá é possível desativar dispositivos onboard (USB, som, rede, etc.), ajustar                data/hora, configurar velocidade do processador, dentre outros. Para acessá-lo, basta você              pressionar a tecla DEL logo após seu computador ligar (em alguns computadores a tecla de            acesso pode ser outra).

PORTAS DE ENTRADA PS/2 E USB
As portas PS/2 servem para conexão do mouse e do teclado no computador. A maior vantagem de utilizar mouses e teclados com este padrão de conexão é que assim ficam liberadas mais portas USB em seu computador. Já a porta USB é a porta de entrada mais “versátil” da placa - mãe. Nela você podeconectar inúmeros dispositivos, de placas de captura à pen drives. Ela é uma porta do tipo Plug & Play, na qual você pode ligar dispositivos sem a necessidade de desligar o computador.
Atualmente existem dois modelos de porta USB no mercado: USB 1.1 e USB 2.0, a qual é a mais utilizada nos dispositivos ultimamente, justamente por ser mais rápida. Já foi anunciada a porta USB 3.0, que pretende ser 10x mais rápida que a USB 2.0.

FIREWIRE
A porta Firewire é uma concorrente direta da porta USB (apesar da USB já ter ganhado a briga, devido ao baixo custo), sendo mais rápida que ela. A Firewire serve para a conexão de dispositivos digitais, tais como câmeras digitais.
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JUMPERS
Jumpers são compostos de pequenos “quadradinhos” plásticos revestidos de metal por dentro. Estas pecinhas servem para serem colocadas em pequenos pinos que se encontram na placa - mãe. De acordo com o modo como estes “quadradinhos” são colocados nos pinos, diferentes configurações da placamãe podem ser mudadas.
Existem ainda jumpers que servem para a conexão de cabos do gabinete. Estes cabos servem para que funcione o botão ligar/desligar,  reset, os leds do gabinete, etc. Também existem jumpers que servem para a conexão de saídas auxiliares, que são aquelas portas USB e de áudio que se localizam na frente do gabinete, ou ainda, outras saídas USB que são ligadas com placas auxiliares atrás do gabinete.